segunda-feira, 28 de maio de 2012

Democracia ou alienaçao?


Tudo esta caminhando sozinho, seria mais como uma democracia forçada, porém muito bem aceita. Com os avanços tecnológicos vem as mudanças e melhoras globais fornecidas pela convergência juntamente com a inteligência coletiva, um precisa do outro assim como uma mão lava a outra, e a humanidade caminha lado a lado ao fenômeno em rede da nova era, se adaptando e aderindo a prática a ponto de se tornar dependente dos conglomerados que os conectam com o mundo virtual e real convergindo simultaneamente.


O mundo pediu por isso, com um histórico de busca incansável por avanços, tecnologias jamais vistas, criar o impossível, brincar de Deus! Com o passar do tempo às lacunas foram se encaixando e formando essa comunicação a nível mundial que foi crescendo, tomando forma e sendo modelada conforme as necessidades e aspirações gananciosas das mãos que buscam sempre mais. De tempos em  tempos é preciso de alguns ajustes, atualizações, novos programas e claro uma mente brilhante com sede de superação.


Com as coisas fluindo normalmente dentro de um cotidiano prevalecente pode-se dizer que foi conquistada uma democracia uma tanto quanto inconsciente, que parece estar adormecida no interior de cada pontinho pensante que espera ansioso por uma revolução tecnológica, novos programas, diversão, praticidade e só esperando o momento de dizer: Ei? Eu estou aqui, e quero mais!
Então sim, Convergência das mídias e Inteligência Coletiva podem ser considerados meios democráticos camuflados em meio a Era em que se destaca a comunicação de forma rápida, uma conexão globalizada, plataformas ajustadas a cada um, necessidades atendidas e moldadas “individualmente coletivas’’ e o mais importante colocando no chão a cultura de massa, trazendo conteúdo de qualidade, específico e sim, individual! A disposição em tempo real, 24 horas por dia, 7 dias por semana na ponta de seus dedos torna os 5 continentes, 193 países, interligados em uma única rede. É democrático convergir com o mundo fora do alcance de seus pés e ainda sim se sentir em casa.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Crise de identidade



A identidade do indivíduo como conhecíamos está em ruínas. A formação do indivíduo provinha de suas relações interpessoais juntamente com a influência dos meios de massa vigente – tv, rádio e jornal. Nos últimos vinte e cinco anos do século XX, com a popularização dos pc’s e a chegada da internet, os meios de comunicação tradicionais tiveram que adaptar suas linguagens para sobreviverem, sendo mais dinâmicos, interativos e flexíveis. Os indivíduos foram afetados no que diz respeito à formação de uma cultura própria do espaço digital, com comportamentos e características diferentes do que tínhamos antes. A máxima agora é que com a internet todos podem ter acesso a tudo – mas nem tudo é acessado por tudo. Na era digital, uma pessoa pode criar conteúdo para seus pares, atingir uma grande audiência e receber constantes feedbacks. Na internet há espaço para a fomentação de culturas de nicho e não somente conteúdo massificado como, por exemplo, o da televisão. 


A influência da identidade do indivíduo agora também é moldada por suas relações no ciberespaço - com o indivíduo lidando com a internet junto com os meios tradicionais influenciados por ela. Há espaço para a “individualidade coletiva”, um indivíduo consegue se encaixar em um determinado grupo de cultura de nicho. E com a ânsia de se aprofundar em uma determinada cultura ou pela admiração por alguns de seus aspectos, como um personagem, os internautas procuram se vestir como tal, tornando como hábito de vida o background de um personagem e seu universo. De tal maneira, o conjunto de pessoas que agem de tal forma é denominado fandom (do inglês fan + kindom). A caracterização como um personagem é só um aspecto dessa cultura que abrange principalmente discussões nos fóruns na rede mundial de computadores, criação de vídeos “fan made”, fanzines etc.


Muitas vezes o convívio com tal cultura extrapola os limites do ciberespaço e chega aos fóruns, convenções e feiras no mundo físico. Lá podemos observar a prática do cosplay, um indicador visual que tal fan gosta de um universo ficcional, vestindo e agindo como tal. Os cosplayers surgiram nos anos 70 nas convenções de Star Trek e ficaram populares de vez nos anos 90 com os animes e a popularização da internet. Cada vez mais há a profissionalização dos praticantes do cosplay e daqueles que criam as feiras e convenções. A Comic Com é o maior expoente desse tipo de evento. Nela, as principais tendências dos mundos dos quadrinhos, as estreias dos maiores blockbusters do planeta são lançadas – todo o nicho de cultura pop nerd é abrangido – com claras intenções financeiras, sendo que ela serve como termômetro para os estúdios (e os fans) saberem se algum produto irá ter aceitação do público ou não.  Estima-se que este tipo de evento causa um impacto de 170 milhões de dólares na economia local.


Aparentemente a cibercultura e a “individualidade coletiva” são elementos que possuem impacto significativo, às vezes majoritário, na formação de uma persona. Essa junção de novos elementos pode descaracterizar uma pessoa, levando-a emular outra vida – assim como as mídias tradicionais, que massificam um conteúdo ao máximo levando as pessoas a discutir, por exemplo, sobre a vida de uma personagem de novela que foi inspirada na vida real. O ideal para uma construção de uma persona é a diversificação de repertório. Assim, um sujeito que estiver inserido em micro e macro culturas saberá o que tomar como hábito de vida para que a mesma não se torne a de outra pessoa.Vida longa e próspera.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Terra de ninguém? Estados Unidos discutem projetos contra pirataria na internet.

Um tema que causa muita polêmica vem sendo discutido com exaustão nos últimos meses, a criação de projetos de lei que combateriam a pirataria on-line: 


O SOPA (Stop Online Piracy Act) e o PIPA (Protect Intellectual Property Act) -  ambos os projetos criados pelo governo dos Estados Unidos apoiado pelo lobby das industrias de entretenimento. 


Os mesmos visam defender os direitos autorais de arquivos de áudio, imagens, livros e outros conteúdos, que hoje são livremente compartilhados na rede. Tal iniciativa vem recebendo apoio de gravadoras, produtoras e artistas que consideram atos ilegais o compartilhamento gratuito de suas obras e/ou produções.


Em contra partida os responsáveis pelos portais que compartilham estes conteúdos repudiam esta inciativa. No mês de janeiro houve protestos de portais como Google e Wikipédia que ficaram fora do ar no período de 24h.

A Casa Branca também se manifestou contra os projetos, afirmando que eles podem atentar contra a liberdade de expressão na internet. Sem o apoio da maioria, eles podem sofrer modificações ou até serem diluídos no congresso e no senado americano.


Realmente se trata de um tema complexo, pois como poderiam vetar algo que já é decorrente e de certa forma um potencializador do que hoje se tornou a internet. Ambos os lados tem por direito defender o que julgam legal ou justo, porem após anos de atraso desta regulamentação que haja pelo menos um bom senso entre as partes e que sirva de experiência para novas ferramentas disponibilizadas on-line.
Ficamos no aguardo!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Abrangências das Mídias

Atualmente,vivemos em torno da tecnologia,uma vez que tudo coopera para esse fim.Trata-se da necessidade globalizada no cotidiano de cada um.


Vivemos a época da digitalização do alcance de todos através da internet. Esse meio de comunicação para fazer parte da vida das pessoas como um todo.
Não se vive mais sem o celular,rádio e TV, instrumentos imprescíndiveis para o acesso á comunicação.

A rede entre internautas ligada ao mundo inteiro é igual ao número de aparelhos de TV, onde acontece de fato a inclusão digital sem deixar ninguém de fora.


Até mesmo países que se encontram num caos econômico, aderiram a era virtual. Deve ser a preocupação do governo, priorizar essa questão.

A internet está aberta nos locais socioculturais, abrindo espaço ás novas mídias que convergem para todas as idades, etnias, sexo, crenças e costumes de determinados povos, incluindo a era digital.

Hoje em dia as informações tecnologicas estão abrangendo o dia-a-dia das pessoas, deixando as mais interadas nas mais diversas mídias e na formação das inteligências coletivas.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Um outro caminho para a democratização e uso consciente dos direitos autorais

Neste momento há uma grande sombra se projetando sobre a questão dos direitos autorais. E ela só aumenta. As leis de direito de distribuição e reprodução do artista sempre foram claras e diretas antes da era digital, e depois, adaptadas para a vigência desta. Em plena era do pastiche, onde o moderno encontra o brega e o remix é a ordem, não sabemos como agir diante imagens photoshopadas (como as famosas "montagens") ou a republicação de material disponível ao público em um ambiente digital (como um noticiário de uma emissora de tv sendo levado ao YouTube). Existe uma solução para este aparente novo paradígma do início do novo século? Sim (!), e ele se chama Creative Commons (CC).


Desde o ínicio da guerra dos direitos, com o processo da banda Metallica em cima do Napster, os dois lados aprenderam a se organizar. A indústria de entreterimento INTEIRA conseguiu construir um lobby com grande influência política - conseguindo bloquear conteúdos em certos meios para determinados países, ou criando novas leis, mais rígidas, para punir quem não segue sua visão de mercado. No extremo oposto, existem os internautas que se opõe a essa visão da indústria e buscam debates e soluções verdadeiramente democráticas. Entretanto, a internet não é uma organização, é um meio para tal.


 A ONG americana Creative Commons, criada em 2001, que já conta com um site traduzido para o portugês, instituiu algumas regras de direito que dão a liberdade ao artista (leia-se neste caso como "produtor de conteúdo" - sendo este aquele que cria ou recria obras) de personalizar o tipo de direito de distribuição que ele queira. E essa iniciativa está dando certo. Muitos artistas, acervos históricos e demais utilizam essas licenças. São práticas de se escolher e, o mais importante, não estão em juridiquês - ou seja, o artista sabe o que escolhe.



A Creative Commons é um alívio criativo (de como podem ser as leis neste início de século) e também retira um pouco da pressão que alguns artistas indie vinham recebendo de seus próprios pares e algumas empresas. Ongs como essa conseguem se movimentar, inovar e mobilizar muitas pessoas.  Prova da eficácia desta é adaptação de suas licenças para a legislação de mais de trinta países, incuindo o nosso. Parece que o valores estão invertidos, os governos deveriam fazer isto. E em pouco mais de dez anos  tivemos pouco avanço de governos de vários países - e eles precisarão se adaptar aos novos meios.


A padronização dos direitos de distribuição entre os artistas, e a consciência deles disso, é um avanço enorme na guerra entre eles e empresas - um verdadeiro confronto entre tirania e democracia. E com a CC estamos um passo à frente.

Shiblog em outras redes sociais

Saiba que agora o Shiblog também está se expandido. Temos um perfil no Twitter, que nos ajudará com sua agilidade na postagem de artigos para nossos seguidores, fora sua particular de interação com os leitores; também contamos com uma fanpage no Facebook, onde sairemos ( ainda mais) da caixa e falaremos de outros assuntos periféricos ao mundo da tecnologia. Portanto, vá e dê um follow e curtir para nós :{)



terça-feira, 17 de abril de 2012

Geração Y = Quebra de paradigmas?


 

Eles são impacientes, indisciplinados e são capazes de realizar multi-tarefas com incrível facilidade. Quem? Estamos falando da Geração Y que surgiu em meados da década de 1980 como um efeito colateral das novas tecnologias na sociedade.

Quando falamos de Geração Y, engajamos num conflito com antigas gerações. Porque? Por que á postura das gerações pré-Y(X, Baby Boomers, Tradicional) eram bem diferentes dessa geração milenar. Seu conhecimento de tecnologia é bem superior(não dizendo que conseguiram superar gênios científicos) mas com o surgimento da rede internacional entraram num todo novo processo de decodificação e codificações de mensagens para seus emissores e receptores.

Podemos analisar á Geração Y em certas capacidades "chaves" que eles possuem, a primeira delas é a multitarefa, segundo é o contexto de sua impulsividade:

A capacidade de se submeter à multitarefas. Assemelha-se ao chamado“multi-tasking” dos Personal Computers(PC), mas é aplicado ao ser humano, que rapidamente consegue falar no celular, escrever um texto no computador e ver a TV, tudo ao mesmo tempo.

No PC é necessário que o processador(CPU) tenha à capacidade de multi-threading, mas no ser humano, o processador(Cérebro) vêm de muito tempo atrás, e ele permanece intocado, esperando pelo próximo passo da evolução.

O que muda nesse contexto, é o aprendizado que o indivíduo as têm durante a infância, seu contato com inúmerascomo novas tecnologias.

“Tudo que tem ser AGORA” . Ou seja, fatos demorados não são bem-vistos por esse público. Ele gosta de correr atrás do que quer, não possue muita paciência e não permanescem no mesmo emprego por muito tempo.

Esta geração, conhecida como Y têm como sua principal característica como se relaciona nas redes sociais como Facebook, Orkut, Myspace, blogs pessoais e o micro-blog Twitter.

Tudo isso é interconectado pela a internet, que é uma das engrenagens do sistema do comportamento humano.

Na internet só precisa procurar no Google para achar o que quiser e o habitual CTRL-C + CTRL-V para copiar qualquer trecho de artigo da net. Quais valores considerados essenciais para uma sociedade serão mantidos e quais serão transformados?

Estamos no meio deste tsunami de mudanças revolucionárias para a humanidade.

Na época pré-internet, para conversar com qualquer pessoa de outro país, seria necessário visitar o país estrangeiro, falar sua língua nacional ou saber um determinado número de telefone (“e ter o dinheiro para paga”r), “agora qualquer um pode falar por MSN, Facebook e outros”. O mundo está aberto a eles.

A geração Y pode ser comparada à “uma grande mudança na forma de pensar, abertos à mudanças tecnológicas e sempre atentos a qualquer novidade.”

domingo, 15 de abril de 2012

Nossas impressões sobre o novo Ipad


O início do mês de março foi marcado pela apresentação do Ipad de terceira geração, ou como a própria Apple o chama, "novo Ipad". Essa é a primeira vez que o novo CEO sobe ao palco para apresentar um novo produto desde a morte do co-fundador Steve Jobs, no ano passado.

Continuando com o novo ciclo de atualização de produtos da Apple, o CEO Tim Cook, mostrou que neste período o -Steve Jobs, a empresa busca manter a regularidade de lançamentos, agradar os acionistas (com a distribuição de dividendos) e não se arriscar com  grandes inovações em seus produtos - fato que gera muita desconfiança sobre o futuro da empresa.

O novo Ipad traz o processador A5X, que em testes de benchmark supera o inédito Tegra 3, da Nvidia. Isso se deve ao fato de que a empresa aposta em qualidade de imagem com a tela Retina (a mesma dos novos Iphones). Para os gamers isto é um alívio. Também diria um sonho - de que jogaríamos jogos mais pesados em  um tablet.

O aparelho também foi marcado por permanecer com o mesmo design e a ausência, que Cook exaltou na apresentação como a "melhor amiga de muitas pessoas", o programa de reconhecimento de voz Siri. O programa é ótimo nove apenas em língua inglesa, é claro) , porém não é tão prático e inovador à moda Apple.

Outro problema é que para o público brasileiro não há jogos na App Store nacional. Ou seja, o novo Ipad não faz sentido. Fora o que temos disponível na loja online é cobrado em dólares. É muito mais sensato comprar o Ipad 2, que teve redução de R$100,00 no preço. Quanto ao preço no Brasil, não podemos garantir nada. A tendência é que seja o mesmo do antecessor. E não há sinal de fumaça sobre uma possível fábrica em Jundiaí. Logo, não tenha muita esperança numa provável redução de preço. A data do lançamento também não foi divulgada (como sempre). A Apple é tradicional em deixar mercados emergentes em segundo plano.

Se recomendamos o aparelho? É claro! A linha Ipad ainda é a melhor do mercado. Mas se você não tiver muito dinheiro para gastar com tablets ou não for viajar para o exterior, o Ipad 2 continua sendo uma boa opção, e também há outros modelos de outras marcas que também compensam. Se você está embarcando no mundo dos tablets agora, o novo Ipad talvez não seja a melhor (e única) opção.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

quarta-feira, 28 de março de 2012

Novo termo de "venda" da sua privacidade no Google.

No começo deste ano o Google resolveu "abrir o jogo" e mudar o termo de privacidade dos seus usuários, e admitiu que usa informações dos mesmos para ajudar na publicidade das empresas e também para melhorar seus serviços , que são vários.

O termo diz basicamente que o usuário do site estará sujeito a deixar que suas informações sejam armazenadas no banco de dados do Google, assim o site conseguirá com maior precisão mandar anúncios mais úteis e que provavelmente você goste. Também utilizará o sistema de GPS para saber onde você está, e o que você gosta de fazer, e também comer, e também te interessa, e também o que você faz... Meio que um grande irmão!


O que faltou no termo de privacidade é dizer que estas informações não são só utilizadas pelo Google, elas são também vendidas às empresas para que elas façam propagandas mais específicas e eficazes para te convencer, assim como as redes sociais, ou o próprio Google +, o Google te transforma em estatísticas para consumo de grandes empresas, pois se você entra num site e não compra nada, nem vende nada, como acontece as redes sociais, então o que sobra a você é ser mercadoria.

O Google não é um ser divino, nem me cabe aqui julgar se é perigoso ou não deixar tantas informações na internet, mas posso dizer que é no mínimo antiético  vender esse tipo de material coletado e processado para empresas interessadas no público alvo delas, se elas precisam que façam suas próprias pesquisas e cheguem a resultados, não é função do Google intermediar essas pesquisas, mas como esse site é bem visto em todo o mundo e conhece muito dos nossos segredos, as pessoas veem essa mudança na privacidade do Google como algo benéfico e um ato transparente do site, pra você ver oque uma boa propaganda não faz...

terça-feira, 20 de março de 2012

Shiblog: uma nova opção de informação




Video introdutório do Shiblog - uma pequena apresentação do grupo. Bem humorada...
O blog faz parte do Projeto Integrado da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS).
Nova proposta é trazer textos que permitam o leitor refletir sobre os novos paradigmas que a internet e as novas tecnologias nos trazem.


Intregrantes:

André Martire
Bruno Ribeiro
Fernanada Pelosi
Henrique Freitas
Leonardo Tzung
Stefanio Shibata

sexta-feira, 16 de março de 2012

Eu te conheço?


Mais de 1 bilhão de usuários, cinco vezes a população do Brasil, todos conectados a uma única rede, buscando coisas e pessoas diferentes, um bilhão de diferenças históricas e culturais, um bilhão de eu´s e crescendo, meu nome é buscado e escrito no mundo todo, todos me conhecem e todos precisam de mim, prazer, meu nome é Facebook...

Minha trajetória não é particularmente "original", eu sou mais uma rede social, faço sucesso entre meus usuários e estou com tudo no momento, mas sei que onde vivo, na internet, tudo é transitório e não serei o último nem o melhor na minha área, haverão outras redes sociais que um dia tirarão minha onipotência e me deixarão de fora, um artigo de poucos anos mas já de museu, nem nascido direito e já antiquado, isso me faz lembrar um tio meu, o Orkut.

Eu me reinvento a cada hora, faço de tudo para continuar na sua casa, morando de favor contigo, servindo de mensageiro entre você e seus outros amigos, agora me pergunto: quem precisa mais de quem? Serei eu, por que fui feito para isso? Ou será você que já não consegue mais sentar na frente do seu computador sem digitar meu nome? Sou muito importante, conheço 1/8 das pessoas no mundo, mas por que eu nasci?

Tenho inimigos, inimigos mortais, que fariam de tudo para tomar meu lugar, tipo aquele cuzão do Google + e Tumblr, são diferentes de mim, têm propostas diferentes, algumas pessoas até têm conta em nós dois, e as vezes nós partilhamos informações, é como dizem filme do meu pai (Mark Zuckerberg ): não é possível fazer 1 bilhão de amigos sem fazem alguns inimigos.

Como posso dizer? Sou uma rede que conecta milhões uns aos outros, dentro de suas próprias casas, sou um conjugador de ideais e pensamentos, compartilho músicas assim como o Myspace, sou um propagandista, sou um produto, sou um fazedor de estatísticas, sou um dos grandes motivos para a internet existir, já disse o meu nome, e qual é o seu?