quarta-feira, 25 de abril de 2012

Abrangências das Mídias

Atualmente,vivemos em torno da tecnologia,uma vez que tudo coopera para esse fim.Trata-se da necessidade globalizada no cotidiano de cada um.


Vivemos a época da digitalização do alcance de todos através da internet. Esse meio de comunicação para fazer parte da vida das pessoas como um todo.
Não se vive mais sem o celular,rádio e TV, instrumentos imprescíndiveis para o acesso á comunicação.

A rede entre internautas ligada ao mundo inteiro é igual ao número de aparelhos de TV, onde acontece de fato a inclusão digital sem deixar ninguém de fora.


Até mesmo países que se encontram num caos econômico, aderiram a era virtual. Deve ser a preocupação do governo, priorizar essa questão.

A internet está aberta nos locais socioculturais, abrindo espaço ás novas mídias que convergem para todas as idades, etnias, sexo, crenças e costumes de determinados povos, incluindo a era digital.

Hoje em dia as informações tecnologicas estão abrangendo o dia-a-dia das pessoas, deixando as mais interadas nas mais diversas mídias e na formação das inteligências coletivas.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Um outro caminho para a democratização e uso consciente dos direitos autorais

Neste momento há uma grande sombra se projetando sobre a questão dos direitos autorais. E ela só aumenta. As leis de direito de distribuição e reprodução do artista sempre foram claras e diretas antes da era digital, e depois, adaptadas para a vigência desta. Em plena era do pastiche, onde o moderno encontra o brega e o remix é a ordem, não sabemos como agir diante imagens photoshopadas (como as famosas "montagens") ou a republicação de material disponível ao público em um ambiente digital (como um noticiário de uma emissora de tv sendo levado ao YouTube). Existe uma solução para este aparente novo paradígma do início do novo século? Sim (!), e ele se chama Creative Commons (CC).


Desde o ínicio da guerra dos direitos, com o processo da banda Metallica em cima do Napster, os dois lados aprenderam a se organizar. A indústria de entreterimento INTEIRA conseguiu construir um lobby com grande influência política - conseguindo bloquear conteúdos em certos meios para determinados países, ou criando novas leis, mais rígidas, para punir quem não segue sua visão de mercado. No extremo oposto, existem os internautas que se opõe a essa visão da indústria e buscam debates e soluções verdadeiramente democráticas. Entretanto, a internet não é uma organização, é um meio para tal.


 A ONG americana Creative Commons, criada em 2001, que já conta com um site traduzido para o portugês, instituiu algumas regras de direito que dão a liberdade ao artista (leia-se neste caso como "produtor de conteúdo" - sendo este aquele que cria ou recria obras) de personalizar o tipo de direito de distribuição que ele queira. E essa iniciativa está dando certo. Muitos artistas, acervos históricos e demais utilizam essas licenças. São práticas de se escolher e, o mais importante, não estão em juridiquês - ou seja, o artista sabe o que escolhe.



A Creative Commons é um alívio criativo (de como podem ser as leis neste início de século) e também retira um pouco da pressão que alguns artistas indie vinham recebendo de seus próprios pares e algumas empresas. Ongs como essa conseguem se movimentar, inovar e mobilizar muitas pessoas.  Prova da eficácia desta é adaptação de suas licenças para a legislação de mais de trinta países, incuindo o nosso. Parece que o valores estão invertidos, os governos deveriam fazer isto. E em pouco mais de dez anos  tivemos pouco avanço de governos de vários países - e eles precisarão se adaptar aos novos meios.


A padronização dos direitos de distribuição entre os artistas, e a consciência deles disso, é um avanço enorme na guerra entre eles e empresas - um verdadeiro confronto entre tirania e democracia. E com a CC estamos um passo à frente.

Shiblog em outras redes sociais

Saiba que agora o Shiblog também está se expandido. Temos um perfil no Twitter, que nos ajudará com sua agilidade na postagem de artigos para nossos seguidores, fora sua particular de interação com os leitores; também contamos com uma fanpage no Facebook, onde sairemos ( ainda mais) da caixa e falaremos de outros assuntos periféricos ao mundo da tecnologia. Portanto, vá e dê um follow e curtir para nós :{)



terça-feira, 17 de abril de 2012

Geração Y = Quebra de paradigmas?


 

Eles são impacientes, indisciplinados e são capazes de realizar multi-tarefas com incrível facilidade. Quem? Estamos falando da Geração Y que surgiu em meados da década de 1980 como um efeito colateral das novas tecnologias na sociedade.

Quando falamos de Geração Y, engajamos num conflito com antigas gerações. Porque? Por que á postura das gerações pré-Y(X, Baby Boomers, Tradicional) eram bem diferentes dessa geração milenar. Seu conhecimento de tecnologia é bem superior(não dizendo que conseguiram superar gênios científicos) mas com o surgimento da rede internacional entraram num todo novo processo de decodificação e codificações de mensagens para seus emissores e receptores.

Podemos analisar á Geração Y em certas capacidades "chaves" que eles possuem, a primeira delas é a multitarefa, segundo é o contexto de sua impulsividade:

A capacidade de se submeter à multitarefas. Assemelha-se ao chamado“multi-tasking” dos Personal Computers(PC), mas é aplicado ao ser humano, que rapidamente consegue falar no celular, escrever um texto no computador e ver a TV, tudo ao mesmo tempo.

No PC é necessário que o processador(CPU) tenha à capacidade de multi-threading, mas no ser humano, o processador(Cérebro) vêm de muito tempo atrás, e ele permanece intocado, esperando pelo próximo passo da evolução.

O que muda nesse contexto, é o aprendizado que o indivíduo as têm durante a infância, seu contato com inúmerascomo novas tecnologias.

“Tudo que tem ser AGORA” . Ou seja, fatos demorados não são bem-vistos por esse público. Ele gosta de correr atrás do que quer, não possue muita paciência e não permanescem no mesmo emprego por muito tempo.

Esta geração, conhecida como Y têm como sua principal característica como se relaciona nas redes sociais como Facebook, Orkut, Myspace, blogs pessoais e o micro-blog Twitter.

Tudo isso é interconectado pela a internet, que é uma das engrenagens do sistema do comportamento humano.

Na internet só precisa procurar no Google para achar o que quiser e o habitual CTRL-C + CTRL-V para copiar qualquer trecho de artigo da net. Quais valores considerados essenciais para uma sociedade serão mantidos e quais serão transformados?

Estamos no meio deste tsunami de mudanças revolucionárias para a humanidade.

Na época pré-internet, para conversar com qualquer pessoa de outro país, seria necessário visitar o país estrangeiro, falar sua língua nacional ou saber um determinado número de telefone (“e ter o dinheiro para paga”r), “agora qualquer um pode falar por MSN, Facebook e outros”. O mundo está aberto a eles.

A geração Y pode ser comparada à “uma grande mudança na forma de pensar, abertos à mudanças tecnológicas e sempre atentos a qualquer novidade.”

domingo, 15 de abril de 2012

Nossas impressões sobre o novo Ipad


O início do mês de março foi marcado pela apresentação do Ipad de terceira geração, ou como a própria Apple o chama, "novo Ipad". Essa é a primeira vez que o novo CEO sobe ao palco para apresentar um novo produto desde a morte do co-fundador Steve Jobs, no ano passado.

Continuando com o novo ciclo de atualização de produtos da Apple, o CEO Tim Cook, mostrou que neste período o -Steve Jobs, a empresa busca manter a regularidade de lançamentos, agradar os acionistas (com a distribuição de dividendos) e não se arriscar com  grandes inovações em seus produtos - fato que gera muita desconfiança sobre o futuro da empresa.

O novo Ipad traz o processador A5X, que em testes de benchmark supera o inédito Tegra 3, da Nvidia. Isso se deve ao fato de que a empresa aposta em qualidade de imagem com a tela Retina (a mesma dos novos Iphones). Para os gamers isto é um alívio. Também diria um sonho - de que jogaríamos jogos mais pesados em  um tablet.

O aparelho também foi marcado por permanecer com o mesmo design e a ausência, que Cook exaltou na apresentação como a "melhor amiga de muitas pessoas", o programa de reconhecimento de voz Siri. O programa é ótimo nove apenas em língua inglesa, é claro) , porém não é tão prático e inovador à moda Apple.

Outro problema é que para o público brasileiro não há jogos na App Store nacional. Ou seja, o novo Ipad não faz sentido. Fora o que temos disponível na loja online é cobrado em dólares. É muito mais sensato comprar o Ipad 2, que teve redução de R$100,00 no preço. Quanto ao preço no Brasil, não podemos garantir nada. A tendência é que seja o mesmo do antecessor. E não há sinal de fumaça sobre uma possível fábrica em Jundiaí. Logo, não tenha muita esperança numa provável redução de preço. A data do lançamento também não foi divulgada (como sempre). A Apple é tradicional em deixar mercados emergentes em segundo plano.

Se recomendamos o aparelho? É claro! A linha Ipad ainda é a melhor do mercado. Mas se você não tiver muito dinheiro para gastar com tablets ou não for viajar para o exterior, o Ipad 2 continua sendo uma boa opção, e também há outros modelos de outras marcas que também compensam. Se você está embarcando no mundo dos tablets agora, o novo Ipad talvez não seja a melhor (e única) opção.

sexta-feira, 13 de abril de 2012